No uso de ervas faltam informações confiáveis e há muitas erradas,
até mesmo em livros, revistas e sites que abordam esse assunto.
Um aspecto importante é o conhecimento de como extrair
da planta sua força curativa, ou princípio ativo.
Existem várias formas de manipular para se obter da planta
os princípios ativos desejáveis para o resultado que
se precisa para obter o alivio ou a cura.
Ainda hoje, se propagam em livros, revistas, sites e até
nos cursos de fitoterapia muitas informações incorretas como,
por exemplo, as folhas e flores não podem ferver,
cascas e raízes tem que fervem.
ISSO NÂO é regra, há plantas que, independente de ser folha ou flor precisam ser fervidas para desprender seu princípio ativo, bem como há cascas e raízes que desprendem suas substâncias apenas sorvendo água quente em cima.
Um exemplo disso são as folhas de Espinheira Santa Maytenus ilicifolia que precisa passar pôr um processo de decocção de 12 minutos para liberar seu princípio ativo o Tanino, diferente da maioria das folhas, para as quais basta fazer uma infusão, colocando água fervente em cima e tampando.
A casca do barbatimão, já libera o seu
tanino apenas
sorvendo agua quente
a raiz da valeriana nem precisa ferver para liberar os ativos.
A
flor de camomila, se a substância a ser
extraida
for o azuleno ou a Apigenina tem que ferver

Comentários